Repúblicas estudantis de Ouro Preto:
uma educação para a vida

Por Flávio Tonnetti

Grande parte dos jovens que vão estudar nas faculdades públicas da cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, muito provavelmente terá como destino uma das muitas repúblicas estudantis lá existentes.As repúblicas são um tipo de moradia regulada e administrada pelos próprios estudantes e que são, no caso de Ouro Preto, ou de propriedade da universidade ou alugadas pelos estudantes.

Nas repúblicas públicas os estudantes não pagam aluguel, mas são responsáveis por todas as demais contas da casa, como as de água, telefone, luz e internet. O que significa que apesar de morar financiados pelo Estado, os estudantes têm que dispor de alguma fonte de renda para sustentar-se durante a graduação.

A maioria é financiada, com ou sem sacrifício, pelos pais; outros, ainda, têm que procurar alguma ocupação profissional na cidade – que tem sua economia quase que exclusivamente fundada no turismo e na vida universitária – ou em alguma atividade mineradora no entorno da região, que continua formando muitos engenheiros de minas e energia.

A vida estudantil anima a cidade histórica. São milhares, e muito conhecidas, as festas promovidas por estudantes – e que são responsáveis por incrementar o turismo da região, principalmente para um tipo de turista que pouco se interessa pelo turismo histórico dos casarios e igrejas coloniais barrocas.

Para um turista que queira ir a Ouro Preto, ficar numa república estudantil é acolhida boa e diversão certa. Organizados, proverão o visitante de cerveja e churrasco. E compartilharão suas vidas e sua casa com quem de lá se aproxime. São, em suma, ótimos anfitriões.

No entanto, se o processo é acolhedor para os turistas que vão passar dias numa república, o mesmo não se dá para com os calouros, recém-chegados na cidade. Para o estudante novato, não é simples descolar uma vaga numa república.

Para ser acolhido como morador, o candidato, doravante chamado bicho, deverá seguir regras severas para se adequar ao funcionamento da casa dentro da qual está pleiteando uma vaga.

Primeiro terá seu cabelo cortado de maneira típica, um trote tradicional entre estudantes – sendo que neste caso cada república tem um jeito próprio de cortar o cabelo do seu bicho. Depois, terá que mostrar que se adequou às rotinas e normas da casa.

Embora possa ser um choque, os novatos logo se acostumarão com seus novos cabelos, que em nada os atrapalhará, já que na cidade todos conhecem o ritual: as moças não deixam de paquerar os rapazes por conta do cabelo esdrúxulo. E o bicho retirará daí seu primeiro aprendizado: mudar seu visual não significa mudar quem você é.

A mudança de quem você é virá com as rotinas da casa. O bicho passará seis meses acordando mais cedo, limpando os banheiros e preparando o café para o demais moradores. Estes, por sua vez, avaliarão o comportamento do candidato, tirarão sarros homéricos e transformarão a vida do bicho num período muito, muito, difícil.

Ao entrar numa república os bichos perdem seu nome; são apenas “bichos” e deste modo serão tratados. Um dos trotes comuns do bicho é a obrigatoriedade de ir para a universidade trajando uma placa com dizeres; nada gloriosos, claro.

Ele terá que ir e voltar vestindo sua placa, não poderá perde-la, nem deixar que outros a deteriorem. Alguns têm que usar algum tipo de fantasia, um penduricalho ou bichinho pendurado no corpo. E por aí vai.

O bicho que não seguir estas regras será severamente punido. Aquele que deixar a louça sem lavar ou esquecer sua placa ao ir para a universidade levará um “vento”. Um tipo de punição amplamente exercitada.

Quando um “vento” passa pelo quarto de um bicho significa que o seu quarto passou por uma “remodelagem” e as suas coisas foram todas reviradas, desajeitadas e jogadas pelo chão. Quanto maior a burrada, maior a ventania. Em alguns casos, o dono do erro deverá buscar suas coisas no quintal da casa e separar o cocô de cachorro que caiu nelas. É importante ressaltar, ainda, que as regras são sempre bem claras e que nenhum vento é dado sem motivo.

Para os filhinhos de papai ou mamãe, é seguro dizer, as coisas serão bem difíceis, mas nada como duas semanas e alguns ventos para que qualquer ser humano aprenda a varrer uma casa ou a obedecer ordens. O que significa que um segundo aprendizado repousa aí: a valorização do trabalho físico e doméstico – tendo como bônus a valorização das mães e esposas – além da capacitação para uma vida independente – na qual nem mães nem esposas estejam presentes.

Além disso, os bichos terão ainda que suportar seus piores defeitos sendo apontados pelos colegas. E bicho não reclama. Bicho aprende. Se reclamar… toma vento. “Ninguém terá dó de você numa grande empresa ou pela vida afora, então é melhor acostumar-se agora” repetem veteranos que já passaram por este processo. Os moradores mais velhos – todos já foram bichos – têm consciência, portanto, do caráter educativo de todas estas medidas.

É uma disciplina rígida.

Além disso, existem provas de força e virilidade que os veteranos cobram dos calouros, quase sempre associadas ao consumo de álcool – casos em que haja um bicho abstêmio, a não ingestão de álcool é respeitada, e as bebedeiras dão lugar a outras provações como tomar um chá temperado com orégano ou outras especiarias.

Algo muito similar se dá também nas repúblicas femininas: as jovens calouras são poupadas de alguns trotes, mas também têm que se enquadrar no esquema da casa que estão pleiteando moradia. Disciplina e tiração de sarro fazem parte deste processo.

Sobrevivendo ao processo, os moradores da república se reúnem a portas fechadas, sem a presença do bicho, para deliberar se ele será aceito ou não como morador. Admitido, ele receberá seu nome de batismo, o nome pelo qual será conhecido pela casa. Quase sempre é um apelido gozador, que faz alusão a alguma mancada, defeito ou situação engraçada vivida pelo futuro morador no semestre de teste. Se não for admitido – isto pode acontecer – o morador terá que procurar uma outra república – e novamente se submeter ao processo em sua nova moradia.

Aceito, ele deverá ser responsável pelo próximo bicho, pela iniciação do próximo candidato a morador. E neste ponto entra outra coisa que é estritamente respeitada: a hierarquia dos membros. Existem atribuições específicas, ainda que os mais velhos tenham maior autoridade e autonomia. Embora as decisões importantes sejam tomadas em conjunto entre os moradores, a palavra final é sempre do mais velho. Sempre.

E quanto mais velho, maiores são as responsabilidades relativas à condução dos negócios da casa: pagamento de contas e organização de eventos. Conforme vão se inserindo nas rotinas da residência, os mais novos vão aprendendo com os mais velhos a conduzir certas situações como reformas na casa, compra de provimentos, ou dificuldades financeiras.

Como existe uma forte ligação entre calouros e veteranos, o sentimento de irmandade desponta como algo definitivo. Forma-se uma família. Uma família no sentido forte do termo. Mesmo depois de formados, os ex-moradores – que têm sua foto de formando emoldurada e pendurada nas paredes da sala – voltam com freqüência à república para rever os amigos e conhecer os novos moradores-irmãos. A relação é tão forte que muitos dos veteranos ajudam os mais novos com dinheiro em períodos de dificuldade ou auxiliam na hora de inserir-se profissionalmente, com um emprego ou um estágio.

Nas repúblicas mais velhas, as fotos de formandos dão uma decoração especial, são fotos e rostos de várias décadas, penduradas na parede. Todas trazem o nome de guerra e do curso concluído. Algumas são curiosas porque trazem no canto superior uma pequena tarja negra – sinalizando que aquele veterano já faleceu.

A partir da formatura, os ex-moradores são lembrados de cinco em cinco anos, ocasiões em que recebem homenagens. Os atuais moradores, que mantêm atualizados os telefones e endereços de todos os já formados, telefonam para os ex-moradores e os convidam para uma festa na qual haverá uma comemoração destes anos de formado. Na ocasião, o mais velho recebe presentes dos mais novos, conta histórias da sua época e passa a palavra para que os novatos lhe façam perguntas. Tudo isso é feito com enorme consideração e respeito, com os novatos ao redor dos veteranos.

Outras ocasiões especiais são os aniversários da república e as homenagens a não moradores. Nos aniversários das repúblicas muitos dos ex-moradores, de diversas idades, retornam a Ouro Preto para visitar seu antigo lar. Nas homenagens, pessoas que não foram necessariamente moradores da república, mas que tiveram uma presença muito forte em suas histórias, também recebem um quadro com a foto na parede e têm as honras feitas seguindo os padrões dos ex-moradores homenageados. Aquele que tiver a oportunidade de presenciar uma homenagem, terá acesso a um momento encantador no qual as pessoas se declaram cúmplices umas das outras, mostrando que aprenderam os valores próprios da amizade e da vida em convívio: que montaram uma família.

As repúblicas dão ao aluno muito mais do que um curso universitário sozinho poderia dar. Os jovens são rígidos uns com os outros, mas são rígidos que se divertem, bebem e namoram – muito. Aprendem uma disciplina a serviço de algo, e com isso operam uma transformação em suas próprias vidas. Os futuros profissionais, que vivenciaram esta experiência, terão aprendido a exercitar a humildade, a tolerância e a confiança próprias de quem reconhece no outro alguém que pode sempre ter algo a nos ensinar. Aprendem a obedecer e a oferecer, a dar e a receber ordens. Aprendem que não deve haver provações sem recompensa. Nem glórias sem merecimento. E certamente carregarão este momento da vida como um dos mais significativo de suas existências.

Ouro Preto, com seus casarios coloniais e igrejas barrocas, dá aos estudantes mais do que uma educação universitária, lhes dá uma educação para a vida.

*

Este texto surgiu em decorrência de uma viagem a Ouro Preto e dos ótimos momentos em contato com as pessoas que lá habitam. Deixo meus agradecimentos para a fantástica Betinha, da república Utopia, e para os rapazes da Quitandinha, em especial, 100-Braço, Pírula, Terminal, K-lót e Vigia.

Em tempo, ouvi que há um professor de filosofia na Federal de Ouro Preto que ensina Nietzsche. Bem pudera, Kant jamais teria espaço no ambiente dionisíaco de Ouro Preto.

48 comentários

  1. Natalia Frazão | 23 de Abril de 2019 | 

    Isso é uma prova que não mostra uma cordialidade aos outros, porque a vida estudantil no Ouro Preto recebe uma aprendizagem exigente dos veteranos ou estudantes “velhos”, como ter que aprender a viver independente com suas próprias responsabilidades: pagar suas contas, fazer uma faxina, ter tolerância com outros e assim por diante, para não viver “pedindo” uma ajuda do seu paizinho, da sua mãezinha ou da pessoa velha. Sofra e aprenda o que é diferente para se tornar um humano melhor.

     
  2. Carlos Augusto [ Terminal ] | 23 de Abril de 2019 | 

    Flávio, gostei muito do texto que você escreveu sobre as repúblicas aqui de Ouro Preto, exemplifica bem o modo de vida que levamos, desmistificando as lendas que giram em torno das repúblicas, e sem manchar a nossa imagem (ja que atualmente, quando se fala de estudantes de Ouro Preto, quase tudo que é dito são exageros e mentiras; falo isso porque moro em república ja fui bixo).
    Precisando voltar pra Ouro Preto ja sabe, é só passar na QUITANDINHA!
    abraços da galera!

     
  3. Camila | 23 de Abril de 2019 | 

    QUERO SABE DE REPUBLICAS QUE ACEITEM CALOUROS EM 2009

     
  4. Flávio Tonnetti | 23 de Abril de 2019 | 

    Camila,

    No link abaixo você encontrará uma lista com todas as republicas de Ouro Preto, particulares e federais, inclusive com indicação de masculina e feminina:

    http://guiche2.ufop.br/scripts/sme/smeweb.exe/pesquisa?cidade=1&situacao=UFOP

    Pra saber sobre vagas você tem que entrar em contato com o pessoal das repúblicas, na lista tem o telefone, endereço e e-mail de quase todas.

    Boa Sorte.
    Flavio Tonnetti

     
  5. Ex-aluno | 23 de Abril de 2019 | 

    Achei desnecessário muita das coisas escritas aqui, não sei se é desabafo seu, mas parece um texto de alguem ainda muito imaturo com relação a OP. Acho que você pode ter dado um tiro no pé com alguns dos comentários dados. Não sei quem é você mas eu sou ex-aluno de república federal e acho que o que estamos querendo hoje é justamente o contrario de muita das coisas faladas.

     
  6. Flávio Tonnetti | 23 de Abril de 2019 | 

    Caro ex-aluno,

    Quais especificamente foram os comentários que você considerou impertinentes? E quais são as coisas que você quer – e sobre as quais nada declarou?
    Muitos acreditam que o sistema estudantil de Ouro Preto é prejudicial aos jovens – há índices altos de alcoolismo, por exemplo, e que é explicado pelas festas, mas também pelo turismo.
    Muita gente afirma que os estudantes de Ouro Preto também seriam “pouco aplicados”, mas lembremos que a responsabilidade de avaliação e aprovação de alunos é de responsabilidade das instituições de ensino que devem garantir o rigor necessário para assegurar a transmissão do conhecimento.
    O que relatei foi a experiência que presenciei. Apenas. Experiências distintas são bem vindas; e enriquecem o debate – mas para isto as opiniões precisam ser explicitadas, e a identidade, pede-se, que não se omita.

     
  7. Vanusca | 23 de Abril de 2019 | 

    Flávio,
    Sou ex-aluna da república Caixotinho e da gloriosa Escola de Minas, minha república, apesar de particular, no quesito “tradição” se compara às repúblicas federais, visto que no próximo ano estaremos comerando 30 anos.
    Gostaria de parabenizá-lo pelo excelente texto, que transmite perfeitamente o que é ser um republicano em Ouro Preto, você foi perfeito com as palavras, confesso que em alguns momentos cheguei a me emocionar, relembrando tudo que vivi naquela cidade mágica. Muitas vezes, as pessoas me perguntam como é ser estudante e republicano em Ouro Preto, e confesso que para mim foi algo tão mágico que raramente consigo explicar…daqui prá frente quanto me pergutarem vou pedir que leiam seu texto!!!
    Parabéns…e obrigada!!!!(vou guardar o texto)

     
  8. Marcel Dukakis | 23 de Abril de 2019 | 

    O constrangimento ilegal que aplicam aos novatos é até um crime. Morei em república em BH, estudando na antiga FAFI (depois Fafich) e na nossa república éramos livres e não havia este constrangimento careta. Imagina, andar com uma placa pendurada, isto é coisa de criança, infantil e cruel.
    Deixem os bichos livres, parem com imposições, toquem suas vidas e deixem que os outros toquem as deles. Não há romantismo que supere atos de contrangimentos.

     
  9. Dani | 23 de Abril de 2019 | 

    Flávio, adorei o texto, sempre disse para todos que só quem é republicano em Ouro Preto pode entender realmente o que isso significa… Isso porque as pessoas não conseguem entender o que rola lá, e têm normalmente a tendência de ver o lado negativo da coisa; e também porque sempre achei impossível explicar, achava que só vivendo pra saber! Mas hoje você, com sua sensibilidade e sabedoria incríveis, conseguiu me provar o contrário. Obrigada pelo texto, (que aliás vou fazer como minha amiga aí de cima e guardar) nem posso dizer o que senti ao lê-lo! Acho que revivi tudo,(é que sou ex-aluna) e como é bom isso… Ouro Preto é realmente uma escola de vida! Obrigada, beijo!!

     
  10. Felipe | 23 de Abril de 2019 | 

    Flavio, seu texto é uma marca importante para retratar pontos de tradições que devem ser lembradas e revividas, porque pessoas que não tem histórias e fatos para relembrar não viveram.

     
  11. WÉLLICA MORAES | 23 de Abril de 2019 | 

    OIEEE
    BOM AINDA NÃO BOU UMA CALOURA…SOU UM PEQUENO EMBRIÃO
    ACHEI MTU BONITO O TEXTO
    ATE ENFRENTARIA AS PLQUINHAS,ACORDAR CEDO E TALS
    MAIS NÃO CONCORDO COM CORTAR O CABELO (NADA JUSTO PRA MULHERES)
    HAHAH (MEDOOO)
    PRETENDO SER bicho SIM E ENTRAR NESSA LINDA HISTÓRIA DE REPUBLICANOS DE OURO PRETO

    SE TUDO DER CERTO ESTAREI AI NO MEIO DO ANO

    =*

    BJINHUSS

     
  12. JU..Mistura Fina | 23 de Abril de 2019 | 

    Olá..concorodo com a Vanusca e até me emociono,pois também sempre as defendo como legitima republicana que sou, também achei fantástico o que colocou sobre o aprendizado que temos para a vida.E é só depois que saímos pro mundo real (como sempre digo lá na Mistura Fina),é que notamos a falta que nos faz tudo aquilo que deixamos, as conversas na cozinha num domingo depois do Caem. As nossas verdadeiras irmãs que aprendemos a amar,no dia em que escolhemos aquela como nossa casa,pois na verdade primeiro você tem que ter certeza de que aquele é seu lugar , pra vc “batalhar” por ele, e o que vem é só diversão pela frente,as vezes pode até te irritar mas um dia vc acaba agradecendo,e com certeza no dia que vc coloca seu quadrinho naquela parede, vc se lembra de tudo e agradece muito a Deus por ter tido a oportunidade de ter passado por tudo isso e ter aprendido a ser gente grande pra enfrentar o mundo aqui fora, e por ter morado e estudado neste lugar tão incrível chamado Ouro Preto, que deixa muitas,muitas saudades.

     
  13. Isy Bottene | 23 de Abril de 2019 | 

    Flávio, eu estou no 1° colegial, e depois que li o seu testo, fiquei MORRENDO de medo de chegar em uma republica.
    Eu queria saber se as filhinhas de papai sofrem tanto mesmo??
    E gostaria de saber o que posso fazer pra jahg ir me acostumando com a ideia??
    AAA….Eu vou curçar medicina.

     
  14. Flávio Tonnetti | 23 de Abril de 2019 | 

    Isa, basta ler os comentários da Dani, da Vanusca, da Ju e do Felipe. Eles, com certeza, acharam que esta experiência foi boa e valeu a pena. Não há, portanto, o que temer. Apenas haverá o que comemorar, caso você seja aprovada num dos cursos de Ouro Preto.

    Flávio Tonnetti
    http://www.ensino.blog.br

     
  15. Marina Lima | 23 de Abril de 2019 | 

    Primeiramente, uma crítica (não sei se construtiva): Isy Bottene, estude, estude muito! Por que para conseguir passar no Curso de Medicina da Faculdade Federal de Ouro Preto vc não poderá escrever “curçar”… Boa sorte, bons estudos!
    Flávio, parabéns! Está perfeito o seu texto, vc escreve muito bem! Adorei a sua iniciativa!

     
  16. Flaviano | 23 de Abril de 2019 | 

    Gostaria de saber como que eu faço para entrar em uma republica pq vou tentar o proximo vestibular,gostaria de saber sobre as federais e as particulares,e se eu não for aceito depois do periodo de bicho como que eu faço………Adorei o texto

     
  17. Patríca Costa | 23 de Abril de 2019 | 

    Flávio,
    gostei muito de ler o seu texto. Tem uma semana que meu filho foi chamado para cursar engenharia de produção em Ouro Preto e é bixo na república “Reino de Baco”. Fico com o coração na mão de imaginar o que ele possa estar passando.Mas as suas palavras me convenceram de que pode ser um bom aprendizado para ele.

     
  18. Ketsia Luara | 23 de Abril de 2019 | 

    Olá…
    Gostaria de saber se as meninas também passam pelo teste do cabelo???

     
  19. =D | 23 de Abril de 2019 | 

    rsss..
    o cabelo é só para os homens

    Perfeito o texto
    é exatamente isso aí!

     
  20. Malu (futuro bixo!!) | 23 de Abril de 2019 | 

    Oi Flávio,
    Eu aspiro pelo curso de medicina da UFOP,sempre fui apaixonada pela cidade e decidi que lá seria o lugar ideal pra mim(OP é minha pasárgada!!),mas conhecia pouco sobre a vida estudantil e você neste texto me explicou o que queria saber a anos!!

     
  21. Andrea | 23 de Abril de 2019 | 

    Muito bom, explicou em detalhes heim. Gostei demais.

     
  22. Victor "Vovirah"A&M | 23 de Abril de 2019 | 

    Belo texto Flavio,sou “vovirah” da rep Arte & Manha,acho que no momento em que passamos,com uma marginalizaçao dos trotes ultimamentes acontecidos,esse seu texto vem mostrar o seu lado progressor.Acho expos de maneira adequada os nossos objetivos,quando se e aplicado um trote em Ouro Preto,abraçao!

     
  23. Renata | 23 de Abril de 2019 | 

    Belo Horizonte. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (MPF) recomendou à Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) a adoção de critérios objetivos de acesso aos imóveis cedidos para moradia estudantil, as chamadas “repúblicas”. Entre esses critérios, deverá preponderar a situação socioeconômica daqueles que pretendam residir nos imóveis. Isso quer dizer que os imóveis deverão ser destinados preferencialmente a estudantes carentes.

    Segundo denúncias recebidas pelo MPF, a universidade vem conferindo plena liberdade aos estudantes para o estabelecimento das condições de ingresso dos novos moradores nas “repúblicas”, as quais acabam resumidas em apenas uma: a submissão do estudante novato a situações degradantes que perduram por até seis meses.

    Com isso, muitos dos que realmente dependem dessas moradias acabam se vendo privados do benefício, justamente porque o critério da hipossuficiência não é determinante para a escolha de quem irá usufruir do benefício concedido pela universidade.

    Chamada a se manifestar sobre o teor da denúncia, a UFOP confirmou que “são os moradores quem definem as regras de admissão e mantêm a manutenção e a conservação dos prédios (…) Há repúblicas em que os calouros, conhecidos como bixos, têm de cumprir um estágio, chamado de ‘batalha’, para serem aceitos definitivamente como moradores das casas”.

    A universidade fez alusão ainda à Resolução CUNI nº 779, editada em conjunto com os próprios estudantes, na qual ficou estabelecido que as residências estudantis, pelo princípio da “auto-gestão”, utilizaria critérios próprios de seleção dos novos moradores, “devendo, sempre que possível, priorizar os candidatos mais desfavorecidos economicamente”.

    Para o MPF, a conduta da UFOP é totalmente ilegal. Os imóveis cedidos aos estudantes são imóveis públicos, de propriedade da União, e sua destinação deve ser sempre para auxiliar estudantes carentes, como é da natureza de qualquer moradia estudantil. Mas o que tem ocorrido em Ouro Preto é um claro desvio de finalidade, atraindo a aplicação do artigo 11 da Lei de Improbidade Administrativa.

    “A atribuição para estabelecer as regras de acesso aos imóveis é privativa da universidade, na condição de gestora dos imóveis, que são públicos. Ela não pode se eximir dessa obrigação, atribuindo-a a outrem. É dela o dever de editar os atos normativos e de fiscalizar o seu cumprimento. O ato de delegação dessa responsabilidade aos estudantes é vedado pela ordem jurídica”, afirma o MPF.

    Direitos humanos – Os mesmos princípios constitucionais que regem os atos administrativos também obrigam a universidade a enfrentar a questão do chamado estágio ou “batalha” a que os calouros são obrigados para terem direito a morar nos imóveis. Ainda que a Resolução 779 tenha apontado o dever de o corpo discente não realizar práticas que violem os princípios da dignidade da pessoa humana, a instituição acaba, na prática, compactuando com os atos que, formalmente, cuidou de vedar. “Considerá-los como prática comum e incorporada aos costumes lícitos vai de encontro ao dever constitucional de agir da Administração Pública, no sentido de impedir a ocorrência de qualquer tipo de atos constrangedores que signifique violação aos direitos humanos. O fato de parte da sociedade aceitar e conviver com esses atos não lhes retira o caráter degradante. Tanto é assim que várias denúncias têm chegado ao MPF para que se ponha fim a tais práticas”.

    Por essa razão, o segundo item da Recomendação é para que a UFOP adote procedimento de rígida fiscalização dos estudantes, para “reprimir, na intimidade desses imóveis públicos, a prática de condutas que importem em constrangimento ilegal e que violem flagrantemente o princípio da dignidade humana”.

    A universidade terá o prazo de 60 dias para atender a recomendação, sob pena de serem tomadas contra ela as medidas judiciais cabíveis.

    Assessoria de Comunicação Social
    Ministério Público Federal em Minas Gerais
    (31) 2123.9008

     
  24. Renata | 23 de Abril de 2019 | 

    Comentarios sobre o texto acima seria muito esclarcedor para mim.
    Que desconheço essa realidade, embora recebi em meu e-mail.
    BJos

     
  25. Mahle Gorceix | 23 de Abril de 2019 | 

    É pessoal mais uma vez nós repúblicamos estamos sendo acuados pelo exemplo de organização e respeito digno de primeiro mundo(como relata com muita clareza texto do Flávio Tonetti), caso o sistema de repúblicas de OP esteja completamente errado como dizem pessoas que nada conhecem dessa história chego a conclusão que o Brasil não tem mais jeito mesmo.

    Sendo otimista tomara que seja apenas INVEJA de alguns por não fazerem parte desta história.

     
  26. João | 23 de Abril de 2019 | 

    e fico me perguntando…
    como concentrar nos estudos e formar em OP?

     
  27. Nicole | 23 de Abril de 2019 | 

    Sinceramente, não vi nessas atitudes nada emocionante, belo, ou de aprendizagem para a vida. Chamo de humilhação, ainda pior porque consentida e transmitida. Será que os estudantes de Ouro Preto (não generalizando porque sei que há os que são contra) só conseguem ver crescimento e “formação de famílias” com a humilhação dos novos membros por incríveis seis meses?! Concordo com a Renata e a decisão do Ministério Público Federal de tratar esse assunto como um desrespeito aos direitos humanos e um fator ilegal, já que os alunos menos favorecidos economicamente ainda terão que ser “provados” para saber se entram ou não, tendo que passar novamente pela humilhação em nova república caso não seja. O fato de alunos terem passado por isso e gostado não torna o caráter da atitude menos criminosa. Há meios outros verdadeiramente cordiais e fraternos de acolher uma pessoa em uma república, combinar com ela as regras a serem seguidas e “formar uma família” com este(a) novato(a). Não precisa apelar para a crueldade, que é como chamo esse tipo de atitude relatado no artigo. Ser chamado de bicho, ser obrigado a fazer as tarefas por todos, carregar placas com dizeres nada elogiosos, ter o quarto e suas coisas mexidas e ganhar apelidos que lembrem suas falhas, para mim são atos de vandalismo, não importa que protegidos ou façam parte de uma “cultura” local.

     
  28. Leonardo | 23 de Abril de 2019 | 

    É o seguinte, nao estou vivendo nesse mundo de republica, mas estou batalhando para conseguir.O texto do Flavio ficou muito bom e eu acho que são necessários sim essas provaçoes pelas quais passam os bixos. Outra coisa, acredito que as republicas nao podem aceitar qualquer um, existe muita gente mal acostumada (ex:os citados filhinhos de papai) e que com certeza ao passarem por isso se tornarão pessoas melhores. Nicole, encaro esse seu ideal de republica como algo fantasioso, se existe, provavelmente tem serios problemas, como organizaçao por exemplo. Como em toda sociedade hierarquia e ordem é algo a ser valorizado. Nada vem facil nessa vida, deve-se passar por dificuldades, aprender as coisas,às vezes, da pior maneira, mas assim é o certo, assim se ganha força. Concluo Nicole que a senhorita vive num mundo paralelo ao nosso, duvido que algum bixo de ouro preto nao passaria por tudo denovo. E olha, uma coisa que aprendemos quando crianças, se no fundo vc nao conhece e nao sabe como é, nao ouse falar mal. E a cultura local, que no fim do seu texto voce despreza, pode ter certeza que vale mais que a cultura da sua vida inteira.

    Um grande abraço a todas as republicas.

     
  29. Pedro Lopes | 23 de Abril de 2019 | 

    Como sempre o Brasil está atrasado,desde 1988 com o advento da atual constituição,esse antro de criminosos denominado eufemicamente de república deveria ser reprimido pelo Estado.O que o senhor Flávio Tonneti citou no texto acima revestido sob a forma de medida educatica e ensinamentos para a vida, são descrições precisas de crimes,isso mesmo CRIMES,previstos em nossa legislação penal que cominam penas privativas de liberdade(cadeia)para quem pratica-los.Podemos observar os crimes de injúria,dano doloso a coisa e até mesmo estupro(de acordo com a nova lei de estupros) se enquadrarmos a prática da manteigada,não citada acima,que consiste em passar manteiga no ânus do calouro e introduzir neste um cabo de vassoura.
    Recentemente um calouro de 19 anos da UFOP foi morto devido a completa imprudência dos veteranos da casa que o constrangiram a beber doses elevadas de caçhada que aliadas a sua condição enferma(ele estava com pneumonia)o levaram a morte.Senhor Tonnetti não sei qual influência sofreu ao escrever este texto,nem seus conhecimentos acerca do Direito,mas saiba que mesmo que involuntariamente o senhor com o texto acima na verdade manifestou a apolologia ao crime revestida sob a forma de condutas que promovem a auto-ajuda.Parabéns MP por cumprir sua função perante a socciedade,são ações como esta que mantem viva a esperança de um Brasil justo socialmente e idôneo culturalmente.

     
  30. maria clara | 23 de Abril de 2019 | 

    aquele site que botaram ali em cima com a listagem das repúblicas esta em manutenção, alguém sabe me dizer aonde posso me informar sobre as repúblias? brigada

     
  31. MDME | 23 de Abril de 2019 | 

    É importante que saibam que há pessoas que continuam recolhendo provas dos crimes cometidos pelos moradores de repúblicas federais de OP.
    É muito vísivel, pra quem tem o mínimo de bom-senso, que todo esse papo de “tradição” e “aprendizagem para a vida” não passam de bordões para atestar a farra de pessoas que pra garantir seu bem-estar usam tais desculpas como escudos e se orgulham de desrespeittar a lei.´
    É triste e vergonhoso ver uma conquista tão honrosa do movimento estudantil ser manchada por pessoas deméritas e destituída pelo MPF/MG.

     
  32. renato | 23 de Abril de 2019 | 

    Nossa ridiculo isso… axo q a vida nao tem nada a haver com bebida e mtmt menos festinhas em republicass…..numa empresa ninguem vai fala pra vc bebe pq vc nao fez tao coisaaa…..e outra o q vc ganha apareendendoa limpar um banheiro ow uma casa a virar domestica kkkkkk…..
    Vcs sao bem ridiculos msm……cidade ruim bregaaaa, quem mora ai deve ser por falta d opção msm, pq nao conseguiu passar em uma faculdade boaaa de veradde!!!
    O q se tem apreender de educação se apreende em cassaa coms eu s paiss e mtmt calouros de OP nao tem um pigo de educação…….
    VIVA A REALIDADE…..
    A vida nao é feita de festinhas e mtmtmt menos de pingass kkkkkkk mtmttm palhaço vcs kkkkkkkkk…
    escondemm roupass kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk aii q atitude d 10 naos meu Deuuuussss TENHO PENAAA DE VCS E DOS BESTAS DO BIXOS Q CAEM NESSAS IDIOTICISSS

     
  33. Amanda Beatriz | 23 de Abril de 2019 | 

    Adorei o texto,explica tudo o que realmente é viver em uma republica em O.P,queria muito estudar nessa cidade,mais não tinha a minima idéia de como era a vida lá.Sou nordestina e quero muito estudar em Ouro Preto e morar numa republica.

     
  34. luiz carlos | 23 de Abril de 2019 | 

    olá galera de ouro preto ,gostaria que vocês me tirassem uma duvida,penso em cursar história ai em minas gerais ,e se não me engano a faculdade fica em mariana ,portanto gostaria de saber se lá existem repúblicas publicas e se existirem quais são os metodos de escolha dos calouros..me responda aí galera.

     
  35. Professor recem chegado a ufop | 23 de Abril de 2019 | 

    O texto é ate bonito. Contudo, esquece o autor que vida universitaria nao se resume a republica. Enquanto esta sofrendo nas republicas, o aluno nao tem um rendimento adequado e nao aproveita o que a propria universidade oferece. Este esquema de selecao de republicas eh injusto e desumano, e o enfeite do autor nao esconde o nepotismo e outros abusos ao sentido de uma universidade publica. A moradia deve ser irrestrita e para todos os alunos. Abuso tao grande que o MP esta precisando agir para conter esse nepostimo.

    Este trote continuo e desproporcional tem espantado muitos alunos bons da UFOP, que preferem ir para outras federais, principalmente UFMG, pq nao existe este tipo de tratamento ao aluno.

    Os que defendem esse tratamento, com o recorrente argumento “eh tradicao”, lembrem-se: escravidao tb foi tradicao um dia.

    Ass: Um professor recem chegado na ufop que nao concorda com “a tradicao”.

     
  36. Professor recem chegado a ufop | 23 de Abril de 2019 | 

    e outra, se eu omito a identidade, eh pq colegas professores que ja sao velhos de casa apoiam isso. contudo, a ufop passa por uma transformacao e podem ter certeza, a nova geracao de professores q. tem entrado na ufop nestes ultimos anos sera atuante contra essas atitudes.

     
  37. Monsenhor | 23 de Abril de 2019 | 

    Gostei de seu texto. Tive até a impressão que você estudou em Ouro Preto.
    As repúblicas realmente nos fornece ensinamentos que não conseguimos em outros lugares. Aprendemos a sermos humildes, fortes, pacientes e respeitadores dos direitos do próximo.
    As oposições ao seu texto logicamente são sonhadores frustados, acham que sempre há uma maneira mais fácil de se aprender a viver nesse mundo cheio de injustiças.
    As amizades formadas nas repúblicas são eternas. Não há nenhuma humilhação em lavar banheiro, carregar placa dependurada no pescoço, ser chamado de “bixo”, ter os cabelos cortados com estilo . Isso nos ensina a sermos humildes, trabalhadores, solidários com o próximo. Nos aproxima do trabalhador brasileiro, que batalha de sol a sol, lavando banheiro, catando papeis nas ruas, recolhendo nosso lixo, plantando nosso alimento, nos servindo lanche, lavando nosso carro, cuidando de nossa saúde, construindo nossa casa, etc.
    Os estudante universitários são jovens e como tal querem viver diferentes de seus pais. O que para os mais velhos é humilhação, para eles é diversão.
    Do que adianta se formar na melhor faculdade, se não sabe mandar e obedecer. Se não sabe conviver, fazer amigos e ser amigo..Não se aprende isso em escola, aprende-se nas repúblicas de Ouro Preto.

     
  38. Sam | 23 de Abril de 2019 | 

    Eu acho que nao me daria bem em uma republica, com tantas regras, e outras pessoas querendo me controlar, mandar em mim e me tratando como animal.
    Eu nao consigo obedecer certas regras.. desde pequena sou assim! Lembro-me do meu tempo de jardim de infancia e fundamental. Eu era praticamente a pestinha da escola, não obedecia as regras das professoras e acabava sempre na coordenação e levando o diretor a loucura.
    Todos ja me conheciam na escola, como a ‘pestinha’… Agora, imagina só eu em uma republica? Os veteranos querendo mandar em mim, me dando regras, me maltratando?
    Eu so digo uma coisa, eles não iam aguentar porque eu ia botar pra quebrar.. Tudo incendeia quando estou por perto! hahaha..
    Como no colegio das irmãs aonde eu fiz o jardim de infancia e cursava o semi-internato. Elas não me aguentaram e em 1 ano mandaram chamar meus pais e fui obrigada a mudar um pouco meu comportamento ou eu ia expulsa.. o que nao adiantou muito e isso acabou acontecendo a +- 5 anos depois =/ !!!

    Pois é, acontece que isso não acontecia só em escolas e sim em todos os lugares. Então é bom não aplicar regras a mim.. como meus pais sempre diziam quando eu ia para acampamentos, escolas (outros locais):
    -Ela não responde muito bem a regras.. É só saber lidar com ela,e tudo da certo! – minha pestinha xD

     
  39. RAQUEL PEREIRA | 23 de Abril de 2019 | 

    POIS SOU FILINHA DE PAPAI E AH CIDADE DE OP ME ENCANTA COM AS BELEZAS E ME DECIDI CURSAR MEDICINA AÍ ESTOU JA NO SEGUNDO COLEGIAL POIS TENHO UAM IRMA Q CURSA DIREITO

     
  40. Natália | 23 de Abril de 2019 | 

    Gostaria de saber mais sobre o curso de Arquitetura e Urbanismo da UFOP, alguém que esteja cursando ou já tenha cursado que possa ajudar?

     
  41. Lucas | 23 de Abril de 2019 | 

    Dá pena de quem escreveu tamanha idiotice! Sistema podre, sem escrúpulo e ilegal … Você deveria ter vergonha desse lixo de texto. Vento só se for com motivo ? Não sabe de nada mesmo.

     
  42. Lixos | 23 de Abril de 2019 | 

    Romantismo em cima de apologia à crimes…

    Pra ter ‘valores’ é preciso ser humilhado ?

     
  43. Lixos | 23 de Abril de 2019 | 

    No Canadá o povo é educado e humilde e ninguém passa por esses trotes idiotas lá…

    Como disseram aí em cima, isso atrapalha o rendimento na Universidade que é o principal motivo. Lição de vida é beber até ficar com cirrose? Parabens (y)

     
  44. Isadora | 23 de Abril de 2019 | 

    Bom, eu acho que algumas pessoas ficam meio revoltadas… Acho que é por medo ou por terem sido sacaneados a ponto de não aguentarem. Eu acho que quem não gosta deveria ao menos ter mais respeito ou argumentar convicentemente, não apenas xingar.
    Eu não estudo em república e não sei se tenho coragem de estudar. Eu acho que seria muito enriquecedora a experiencia, mas eu sou meio tímida e tudo mais… Não sei, ainda tenho um tempinho para pensar no que vou fazer e esta numa das minhas opções tentar uma república. Eu quero viver, perder o medo das coisas, ser indepentente. Nesse ponto eu acho que seria um lugar pra isso.
    Vamos ver, né. Adorei o texto, inspirador e verdadeiro.

     
  45. Naz | 23 de Abril de 2019 | 

    Nossa, a sorte de vocês é não cair na redação temas como humanização ou respeito ao próximo. A tal “manteigada” ensina o quê? Idiotas.

     
  46. LPB | 23 de Abril de 2019 | 

    república: casa-grande
    veteranos: sinhozinhos e sinhazinhas
    calouros: escravos
    ta aí a grande tradição!

     
  47. RENAN | 23 de Abril de 2019 | 

    Ahaha NADAAAAAAAAAAAA SUPERA A HUMILHAÇÃO QUE TE FAZEM PASSAR….É O INFERNO PRA QUEM É MAIS TÍMIDO OU QUE QUER PRINCIPALMENTE ESTUDAR…UM VERDAEDIRO ABSURDO!!!!!!!!
    SE VOCE QUER IR PRA UFOP PRA ESTUDAR ALUGA UM AP OU FIQUE EM CASA DE ALGUM PARENTE PORQUE REPÚBLICA É FRIA…
    O QUE É CHOCANTE É GENTEA SENSAT QUE COMPACTUA COM ESSES IDEAIS…
    INFELIZMENTE MUITOS ALUNOS EXCELENTES DEIXAM DE ESTUDAR NA UFOP POR CAUSA DESSES FDP….
    NÃO É ATOA QUE ESSA UFOP NÃO É UMA DAS 10 MELHORES….
    YES UFMG OU UFV
    NO UFOP

     
  48. Dani | 23 de Abril de 2019 | 

    pois é, Renan, e para vc ver que não estamos sós em nosso ponto de vista, taí uma mostra da “maravilhosa” vida republicana de Ouro Preto, regada a estupros coletivos e humilhações:

    https://www.facebook.com/pages/GARRa-Feminista/1429828750634691?hc_location=timeline

     

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