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	<title>Ensino.blog.br &#187; Educação</title>
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	<description>Blog destinado à comentários críticos, notícias e reportagens sobre políticas educacionais e práticas de ensino.</description>
	<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 18:18:40 +0000</pubDate>
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		<title>Tempo e experiência docente</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 18:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Flávio Tonnetti
O tempo é o lugar do homem, portanto, é também o lugar da história. E o homem só se realiza na história, porque é somente nas sucessões do tempo, ou das eras, que o homem se inventa. É nas sucessões de tempo que o homem se cria.
Ao contar suas trajetórias e preservar suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti</strong></p>
<p><img src="http://parecesimples.zip.net/images/tempo-2-789223.jpg" align="left" height="107" width="152" />O tempo é o lugar do homem, portanto, é também o lugar da história. E o homem só se realiza na história, porque é somente nas sucessões do tempo, ou das eras, que o homem se inventa. É nas sucessões de tempo que o homem se cria.</p>
<p>Ao contar suas trajetórias e preservar suas culturas, homens que vieram antes ensinam a experiência humana a homens que virão depois. Assim, se o tempo é o lugar da história, é também o lugar da estória. <a href="http://www.ensino.blog.br/2009/11/03/tempo-e-experiencia-docente/#more-43" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Gripe Suína e atraso no retorno às aulas</title>
		<link>http://www.ensino.blog.br/2009/08/07/gripe-suina-e-atraso-no-retorno-as-aulas/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 14:05:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Flávio Tonnetti
Um novo tipo de gripe ocupou o foco principal dos noticiários no segundo semestre deste ano de dois mil e nove. A divulgação de que se tratava de um novo tipo mortal de gripe alarmou a população. Essa preocupação fez com que muita gente “precavida” buscasse modos paliativos de se proteger da gripe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti</strong></p>
<p>Um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/H1N1" target="_blank">novo tipo de gripe</a> ocupou o foco principal dos noticiários no segundo semestre deste ano de dois mil e nove. A divulgação de que se tratava de um novo tipo mortal de gripe alarmou a população. Essa preocupação fez com que muita gente “precavida” buscasse modos paliativos de se proteger da gripe – o que <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u557916.shtml">aqueceu alguns mercados</a> específicos de produtos hospitalares e farmacêuticos, já que máscaras cirúrgicas e gel bactericida foram vendidos como maneira de evitar o contágio. A gripe, que é um vírus, continuará assolando a espécie humana, e se transformando, não obstante essas medidas inócuas, até que uma <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1215098-EI298,00.html" target="_blank">vacina eficiente</a> possa ser encontrada. Solução eficaz, mas ainda distante. <a href="http://www.ensino.blog.br/2009/08/07/gripe-suina-e-atraso-no-retorno-as-aulas/#more-44" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>A Educação como Setor Estratégico</title>
		<link>http://www.ensino.blog.br/2009/04/28/a-educacao-como-setor-estrategico/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 19:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Flávio Tonnetti
Não é mais possível justificar nossas mazelas a partir da juventude de nosso país. Basta nos lembrarmos de que os EUA surgem aproximadamente na mesma época e que o Japão recuperou-se de uma completa destruição em cerca de meio século. Aliás, alegar que somos um país em construção nunca me pareceu uma justificativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti</strong></p>
<p>Não é mais possível justificar nossas mazelas a partir da juventude de nosso país. Basta nos lembrarmos de que os EUA surgem aproximadamente na mesma época e que o Japão recuperou-se de uma completa destruição em cerca de meio século. Aliás, alegar que somos um país em construção nunca me pareceu uma justificativa razoável para continuarmos a ser o que somos: um país de medíocres.</p>
<p>É seguro afirmarmos que uma série de condições históricas nos conduziu aos dias de hoje, e que características culturais que herdamos e que desenvolvemos continuam a contribuir para que não alcancemos um <em>status </em>maduro de civilização. <a href="http://www.ensino.blog.br/2009/04/28/a-educacao-como-setor-estrategico/#more-42" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Qualidade de serviços educacionais e a noção de projeto</title>
		<link>http://www.ensino.blog.br/2009/02/17/qualidade-de-servicos-educacionais-e-a-nocao-de-projeto/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 15:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Flávio Tonnetti
Para Nilson Machado

Qualidade é sempre um dos temas abordados e criticados quando o assunto é educação. Na escola pública ou no ensino privado, a qualidade é sempre um ponto crucial. Tema nebuloso, é difícil encontrar um parâmetro universal e adequado que seja capaz de orientar nosso juízo de valor sobre práticas educacionais. Diferentemente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti</strong></p>
<p><em>Para Nilson Machado</em></p>
<p><img src="http://bemsimples.uol.com.br/download/attachments/9437239/auto-ajuda-dicas-melhorar-qualidade-vida-460x345-br.jpg" width="143" align="left" height="191" /></p>
<p>Qualidade é sempre um dos temas abordados e criticados quando o assunto é educação. Na escola pública ou no ensino privado, a qualidade é sempre um ponto crucial. Tema nebuloso, é difícil encontrar um parâmetro universal e adequado que seja capaz de orientar nosso juízo de valor sobre práticas educacionais. Diferentemente de um objeto produzido numa fábrica, que pode ser submetido a testes e validações subseqüentes ao seu processo de fatura, um ser humano, que é o bem maior que figura como resultado de um processo educacional, não pode ser avaliado a partir de parâmetros tão estritos.</p>
<p>Se não podemos avaliar uma dinâmica educacional através do produto que ele gera, podemos fazê-lo, entretanto, se considerarmos a educação como um serviço. Embora esta comparação possa incomodar alguns educadores mais delicados, o lugar que a educação ocupa nos dias de hoje não é outro senão o de uma prestação de serviços, e que inclusive pode ser, e muitas vezes o é, um ramo de negócios muito lucrativo.  <a href="http://www.ensino.blog.br/2009/02/17/qualidade-de-servicos-educacionais-e-a-nocao-de-projeto/#more-41" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Para o mau profissional de enfermagem</title>
		<link>http://www.ensino.blog.br/2009/02/10/para-o-mau-profissional-de-enfermagem/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Flávio Tonnetti

Há uma dimensão dadivosa preservada ao ofício do profissional de enfermagem. Ele deve entender e alcançar a dimensão da vida no que ela tem de mais frágil. É com a fragilidade que ele lida, todo dia. Ele recebe, ele acolhe, ele limpa: ele acalenta. Ele está lá para cuidar: sua única e primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti</strong></p>
<p><img src="http://fofoinutil.files.wordpress.com/2008/08/enfermeira20profissional1.jpg" style="width: 177px; height: 236px" width="177" align="left" height="236" /></p>
<p>Há uma dimensão dadivosa preservada ao ofício do profissional de enfermagem. Ele deve entender e alcançar a dimensão da vida no que ela tem de mais frágil. É com a fragilidade que ele lida, todo dia. Ele recebe, ele acolhe, ele limpa: ele acalenta. Ele está lá para cuidar: sua única e primeira função. Ele está lá para o outro, jamais para si mesmo. Enfermagem é sempre &#8220;para&#8221; alguém e nunca &#8220;de&#8221; alguém. E se o médico pode optar entre o doente e a doença, o enfermeiro não; para este último só há o doente, e não há nada para ser cuidado que não seja o ser humano. E ele melhora o ser humano. Ele que acalenta, melhora o ser humano naquele gesto que recebe, que acolhe e que limpa. Todo cocô, todo vômito, todo sangue; todo dia - tudo isso que sai das vísceras do ser, do corpo onde habita a vida - é recolhido e reconhecido pelo enfermeiro. Reside aí a metáfora mais bela da profissão, a metáfora diária do enfermeiro, que ele vive e sente cotidianamente: ao reconhecer o que é excremento do homem, ele reconhece também o homem, na sua condição mais visceral: ser que sofre. O enfermeiro pode então reconhecer-se em seu paciente: &#8220;estou vivo!&#8221; e &#8220;sinto e sangro e cago&#8221;. <a href="http://www.ensino.blog.br/2009/02/10/para-o-mau-profissional-de-enfermagem/#more-40" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Produção textual na escola: forma e conteúdo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 18:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Flávio Tonnetti

I

Os sistemas de escrita, bem como seus gêneros, têm sempre uma finalidade prática. Sempre. Escrevemos porque queremos algo, porque temos uma intenção por detrás do gesto. O ensino da escrita, portanto, deve visar o cumprimento destas diferentes finalidades. Elaboradores de livros didáticos, ou editores que fornecem material para treinamento de professores, todos eles, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti<br />
</strong></p>
<p><strong>I<br />
</strong></p>
<p>Os sistemas de escrita, bem como seus gêneros, têm sempre uma finalidade prática. Sempre. Escrevemos porque queremos algo, porque temos uma intenção por detrás do gesto. O ensino da escrita, portanto, deve visar o cumprimento destas diferentes finalidades. Elaboradores de livros didáticos, ou editores que fornecem material para treinamento de professores, todos eles, sabem disto: que cada texto tem uma vocação. O próprio texto didático tem uma finalidade, e por isto tem uma forma.</p>
<p>Reparar nas diferenças e semelhanças entre uma lista de compras, que serve a um determinado fim, e um poema, que serve a um fim bem diverso, pode ser algo instrutivo. Perceber que não é ao acaso que uma carta tenha um formato diferente de um relatório também. No caderno de matemática, uma conta de subtração, que, não nos esqueçamos, também é escrita, é radicalmente diferente de um conto de Machado de Assis. A mesma conta de subtração, no caderno de um mesmo aluno, já é bem diferente de uma conta de divisão, por exemplo. São registros textuais diferentes porque têm finalidades diferentes. <a href="http://www.ensino.blog.br/2008/12/18/producao-textual-na-escola-forma-e-conteudo/#more-38" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Fundão MTV, a escola escancarada</title>
		<link>http://www.ensino.blog.br/2008/09/04/fundao-mtv-a-escola-escancarada/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 05:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Flávio Tonnetti
Para Flávia Santos

Diferentemente do global &#8220;Soletrando&#8221; ou do tradicional &#8220;Passa ou Repassa&#8221; do SBT, que insistem em querem saber qual é o aluno mais inteligente, o programa Fundão MTV, comandado pelo apresentador João Gordo, toca uma questão menos direta: quer apenas descobrir quem é o menos burro. Estamos na busca dos sobreviventes, portanto.
Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti</strong></p>
<p><em>Para Flávia Santos</em></p>
<p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_b33GMByp-9g/SNbjAywniTI/AAAAAAAAAH4/y5qc0mKb6VU/s320/fund%C3%A3o.jpg" width="272" align="left" height="205" /></p>
<p>Diferentemente do global &#8220;<a href="http://caldeiraodohuck.globo.com/Soletrando/0,,10426,00.html" target="_blank">Soletrando</a>&#8221; ou do tradicional &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Passa_ou_Repassa" target="_blank">Passa ou Repassa</a>&#8221; do SBT, que insistem em querem saber qual é o aluno mais inteligente, o programa <a href="http://videolog.uol.com.br/video.php?id=328452" target="_blank">Fundão MTV</a>, comandado pelo apresentador João Gordo, toca uma questão menos direta: quer apenas descobrir quem é o <a href="http://mtv.uol.com.br/noticias08/node/77633" target="_blank">menos burro</a>. Estamos na busca dos sobreviventes, portanto.</p>
<p>Com o programa queremos saber qual foi o aluno que, apesar de todos os reveses da educação brasileira, principalmente os da educação pública, foi capaz de sair ileso e de passar impune. Por isto mesmo é que, dentro do contexto educacional brasileiro, o Fundão MTV é, dentre todos os programas do gênero, o menos hipócrita.</p>
<p>Nada de crianças bonitinhas. Nada de crianças comportadinhas. Nada de índices escolares dos &#8220;mais esforçados&#8221;. Embora haja equipes competindo tal qual o clássico &#8220;Passa ou Repassa&#8221;, o Fundão MTV segue a linha dos programas freaks comandados por João Gordo. Seus participantes muitas vezes se destacam já pelo visual exótico. São rapazes góticos, meninas super pintadas, manos do rap e roqueiros com camisetas em evidência. Estão lá os que se destacam na multidão. Os que têm alguma personalidade. <a href="http://www.ensino.blog.br/2008/09/04/fundao-mtv-a-escola-escancarada/#more-36" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Estamos em greve</title>
		<link>http://www.ensino.blog.br/2008/06/23/estamos-em-greve/</link>
		<comments>http://www.ensino.blog.br/2008/06/23/estamos-em-greve/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 18:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cotidiano Escolar]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Flávio Tonnetti
    &#8220;A greve continua, Serra a culpa é sua&#8221;. Ao som destas palavras de ordem, cantadas como um bordão, milhares de professores e profissionais da educação ocuparam toda a extensão da Avenida Paulista e marcharam em direção à Praça da República, onde fica sediada a Secretaria Estadual de Educação. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti</strong></p>
<p><img src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/448/197/96/767980.protesto_professores_sp_brasil_248_331.jpg" alt="Milhares de professores na Praça da República" style="width: 262px; height: 196px" align="left" height="196" width="262" />    &#8220;A greve continua, Serra a culpa é sua&#8221;. Ao som destas palavras de ordem, cantadas como um bordão, milhares de professores e profissionais da educação ocuparam toda a extensão da Avenida Paulista e marcharam em direção à Praça da República, onde fica sediada a Secretaria Estadual de Educação. A marcha, que parou o trânsito da cidade, teve por objetivo pressionar o governo para que medidas incoerentes, em relação à Educação Paulista, fossem revistas.</p>
<p>Os professores, em greve deste a última semana, querem a revogação de decretos sancionados pelo governador. Os decretos impedem ao professor a possibilidade de pedir transferência para escolas mais próximas à sua residência e limitam a apresentação de atestados médicos para justificar faltas, contrariando assim o direito ao tratamento médico, assegurado a todo trabalhador. <a href="http://www.ensino.blog.br/2008/06/23/estamos-em-greve/#more-35" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>O conhecimento como commodity</title>
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		<pubDate>Sat, 10 May 2008 19:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura e Sociedade]]></category>

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Peter Drucker, um dos gurus da administração, muito conhecido por suas palestras corporativas de gestão, escreveu, assim como muitos outros &#8220;gurus&#8221;, sobre a &#8220;nova&#8221; sociedade do conhecimento. Em sua versão de mundo, presente em publicações como Administrando em tempos de grande mudança, o conhecimento é a grande commodity nessa nova ordem mundial. Pode, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti</strong></p>
<p>Peter Drucker, um dos gurus da administração, muito conhecido por suas palestras corporativas de gestão, escreveu, assim como muitos outros &#8220;gurus&#8221;, sobre a &#8220;nova&#8221; sociedade do conhecimento. Em sua versão de mundo, presente em publicações como <em>Administrando em tempos de grande mudança</em>, o conhecimento é a grande commodity nessa nova ordem mundial. Pode, portanto, gerar riquezas e contribuir para o desenvolvimento de um país; pode alavancar mercados para corporações e empresas. Por ter um papel central, como produtora de conhecimento, a escola deveria, nesta concepção, ser o centro da sociedade. <a href="http://www.ensino.blog.br/2008/05/10/o-conhecimento-como-commodity/#more-33" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>O baixo salário do professorado paulista: quando o barato sai caro.</title>
		<link>http://www.ensino.blog.br/2008/05/02/o-baixo-salario-do-professorado-paulista-quando-o-barato-sai-caro/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 14:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Tonnetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<category><![CDATA[Ensino]]></category>

		<category><![CDATA[Gestão Educacional]]></category>

		<category><![CDATA[Políticas Educacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Flávio Tonnetti

Não é de hoje que o Estado paulista reconhece a falta de profissionais competentes na rede pública de ensino. Sabemos que o baixo salário ofertado para os cargos de professor acaba por afastar os bons profissionais do exercício público. Os bons, que não largam a profissão - pois muitos largam - são aproveitados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Flávio Tonnetti</strong></p>
<p><img src="http://virtual.unimonte.br/images_materias/c59999452.jpg" align="left" height="106" width="106" /></p>
<p>Não é de hoje que o Estado paulista reconhece a falta de profissionais competentes na rede pública de ensino. Sabemos que o baixo salário ofertado para os cargos de professor acaba por afastar os bons profissionais do exercício público. Os bons, que não largam a profissão - pois muitos largam - são aproveitados pelas escolas privadas que, apesar de serem acusadas de limitar a atuação do professor e pasteurizar o ensino, ainda, ao menos, pagam melhor. <a href="http://www.ensino.blog.br/2008/05/02/o-baixo-salario-do-professorado-paulista-quando-o-barato-sai-caro/#more-23" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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